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“Feminismo para as princesas e para as peludas”, Yahoo!, 13 de maio de 2014, por Laura Capriglione: “Inclusão é a palavra-chave desse novo feminismo. Tem a menina que curte a fantasia de princesa? Tem e ela está dentro, ostentando sua coroa de Cinderela “fake”. E tem a menina romântica, que diz que seus melhores sonhos são com meninos. Mas tem também a webdesigner mineira que se define como “muito feminista e ativista da causa”: “Meu café da manhã são lágrimas masculinas”, escreveu.”

“capitolina(s)”, adoro! farm, 28 de maio de 2014: “A adolescência parece ser um momento divertido quando a gente olha de longe, mas pra quem tá dentro, ô, é um lugar bem difícil de se “morar”! Ser igual, ser única, ser, não ser, ser o quê quando crescer?”

“Somos todas megalomaníacas!”, Revista TPM #144, 18 de julho de 2014, por Lia Bock: “De forma dedicada e séria Sofia Soter, Clara Browne e Lorena Piñeiro juntaram 70 colaboradoras divididas em sete editorias (como beleza, moda, educação e tecnologia) e de forma sistemática alimentam desde abril uma revista antenada e com os 140 pés no chão.”

“Mulheres inspiradoras de 2014″, Think Olga, 8 de dezembro de 2014: “Sofia Soter, Clara Browne e Lorena Piñeiro – O trio criou a Revista Capitolina revista eletrônica adolescente com pegada feminista. Para nós da Olga, é o melhor conteúdo brasileiro para teens na internet!”

“Jovens criam publicação feminista on-line para público adolescente”, Folha de S. Paulo, 21 de fevereiro de 2015, por Angela Boldrini: “‘A diferença é o enfoque’, diz Sofia Soter, 23 anos, uma das editoras da publicação on-line, que se propõe a lidar com questões da puberdade com viés feminista e é produzida por 74 jovens de 17 a 27 anos. ‘Em vez de ensinar as meninas como conseguir o próximo namorado, dizemos que elas não devem ligar se não conseguirem um’, afirma.”

“Uso da web, direito ao corpo e alegria são marcas do feminismo moderno”, O Dia, 8 de março de 2015, por Flora Castro: “A revista Capitolina, com 74 colaboradoras no país: ‘feminismo acessível’, diz Sofia Soter”

“A minissaia é o sutiã da vez”, O Globo, 26 de abril de 2015, por Joana Dale: “Lançada há um ano, a revista digital “Capitolina” (nome inspirado em Capitu, personagem de “Dom Casmurro’’) aborda assuntos como “Relacionamento com homens mais velhos e o que há de errado neles”, “Saindo com outras meninas” e “Desmistificando a menstruação”. — Muitas jovens estão conhecendo e se identificando com o feminismo através da internet. Foi assim comigo — conta Georgia Santana, de 24 anos, estudante de Biblioteconomia e revisora da “Capitolina”. A revista digital tem 74 colaboradoras pelo Brasil, incluindo duas transexuais. Todas trabalham de graça e são coordenadas pela editora Sofia Soter, de 23 anos. — Quando você se sente apoiada por outras mulheres, tem mais força para se colocar na sociedade. O coletivo é muito importante — acredita a estudante de Arquitetura Isabela Peccini, de 24 anos, outra colaboradora, que escreve sobre sexo e relacionamento.”

“A word after a word after a word is power” – Sofia Soter, Baby tears, 29 de abril de 2015, por Mariana T. K.: “a capitolina inaugurou um espaço amigável para reflexões sobre os mais diversos assuntos, agrupados em temas mensais, e vem crescendo cada vez mais. uma das responsáveis por tudo isso é a sofia soter, editora geral da revista, carioca, fazedora-de-múltiplas-coisas-lindas-ao-mesmo-tempo, que sempre me inspira. resolvi entrevistá-la usando como base para as “perguntas” (foram mais tópicos) o álbum mais recente da taylor swift, 1989; porque ela gosta, porque eu tava ouvindo no dia, porque sim.”

Feminismo na rede, Radis, 1 de maio de 2015, por Laís Jannuzzi: “Entre matérias semanais e mensais, se engana quem pensa encontrar nas páginas apenas registros e discussões sobre a causa feminista. Textos sobre games, receitas e moda dividem espaço com pautas politizadas e teóricas, como matérias já publicadas sobre as identidades trans, o perfil do trabalho da psiquiatra Nise da Silveira e uma discussão sobre publicidade e gênero. As editoras defendem que o público feminino adolescente é desvalorizado de diversas maneiras. “Você não pode tratar as adolescentes como se você fosse condescendente e soubesse mais do que elas”, avaliou Sofia. Ela afirma que a todo momento as meninas são descritas de forma superficial, seus problemas inferiorizados e sua capacidade crítica diminuída, principalmente pela grande mídia. Para não reproduzirem o mesmo papel e “oprimir o seu público”, as meninas decidiram criar uma revista com uma nova postura: “Colocamos as leitoras na frente da nossa militância”, define Lorena. É a partir dessa atitude, segundo ela, que surge o espaço da Capitolina, aberto aos mais diversos tipos de militância.”

Para os “teens”: site feminista Capitolina vai virar livro em setembro, O Globo, 2 de maio de 2015, por Cleo Guimarães: “O site feminista teen Capitolina vai virar livro. A editora Seguinte, selo jovem da Companhia das Letras, comprou os direitos para adaptação e o lançamento deve acontecer na Bienal, em setembro.”

Lado M entrevista: Revista Capitolina, Lado M, 23 de junho de 2015, por Mariana Miranda: “Sofia é uma pessoa extremamente focada e empreendedora, Clara é um mundo de criatividade e energia e Lorena acredita ser boa em lidar com pessoas. “Costumo dizer que Clara é a Bad Cop, Sofia é a Good Cop e eu não sou uma Cop por ser muito bobona. Eu seria a Lindinha das Meninas Superpoderosas. Eu choro bastante”, conta Lorena.”

“Capitolina”, revista feminista on-line para adolescentes, vira livro, Folha de S. Paulo, 27 de agosto de 2015, por Angela Boldrini: “E se, na escrita, as colaboradoras abordam questões pesadas, ou até mesmo tidas como adultas, como a automutilação, a diferença entre identidade de gênero e orientação sexual ou as ideias do educador Paulo Freire (1921-1997), no visual o livro lembra mais as publicações adolescentes tradicionais, com bastante rosa e páginas “interativas”, com instruções para que as leitoras escrevam ou desenhem.”

Capitolina e o poder das garotas, Fórum, 9 de setembro de 2015, por Jarid Arrais: “Além do conteúdo relevante, o livro da Capitolina chama atenção pela diversidade de jovens que assinam os textos e ilustrações. Garotas de idades e contextos diferentes e de várias regiões do país se juntam para produzir um livro que não subestima a inteligência das adolescentes e nem ensina que a vida de uma garota deve girar em torno do gênero masculino. Ao contrario: quem lê Capitolina sai com a certeza de que seu valor e lugar no mundo jamais devem estar condicionados à aprovação dos outros.”

Adolescência e feminismo: a luta pela autonomia, Fórum, setembro de 2015, por Maíra Streit: “De acordo com Sofia Soter, editora e uma das fundadoras da Capitolina, a ideia surgiu após perceber que as revistas direcionadas às adolescentes não conseguiam atender as demandas delas. A própria Sofia, que hoje tem 24 anos, diz que quando era mais nova não se via representada, mesmo fazendo parte de um padrão considerado “ideal”: branca, magra e com boas condições financeiras. “Ainda vejo as revistas como se elas quisessem passar um mundo impossível de se atingir”, destaca.”

Com conteúdo colaborativo, revista Capitolina quebra tabus e estereótiposFolha de S. Paulo, 9 de outubro de 2015, por Nilsen Silva
“As diferenças já começam pelo nome: o título da publicação é uma homenagem à Capitu, principal personagem feminina de Dom Casmurro. A escolha não foi à toa, é claro. A personagem de Machado de Assis, mesmo sendo forte e independente, teve suas características trabalhadas como indícios de mau-caratismo e dissimulação. E assim surgiu a Capitolina: um símbolo de feminilidade para homenagear a audácia de viver sem preconceitos e imposições.

Capitolina: o poder das garotas, Pólen, 18 de setembro de 2015, por Lorena Pimentel
“Ainda que eu tenha amado diversos trechos, queria fazer menções especiais a alguns textos que foram daquele tipo ainda-bem-que-isso-existe-pra-expressar-meus-sentimentos. Primeiro, o texto da Sofia sobre ter crescido na internet e como ela também faz parte de nossas vidas, “Porque a internet também é vida real”. Como a Anna Vitória já falou por aqui, a Sofia explica que as comunidades online podem ser acolhedoras e  que a ajudaram-na a se descobrir. Não podia concordar mais: sou cidadã da internet e foi por aqui que fiz alguns dos meus melhores amigos.”